Em um vilarejo bem pacato.
Morava um pato chamado Tato.
Tinha consigo um talento inato.
Vivia da sua arte, vivia de artesanato.

Tato como todo pato, tinha o pé chato.
Isso lhe causava sofrimento
Toda noite, precisava de um ritual de relaxamento.

Mas teve uma ideia em sua mente
 Um produto diferente.
Algo bem abstrato
Nunca por lá se ouvia ter falado
Pato criou um sapato
Batizou de pé de pato
Foi sucesso imediato





 Maior boato.
Todos ficaram sabendo, até os bichos do mato.
O pato saiu do anonimato
Para o estrelato
Ficou tão contente
Pois agora vivia do cria a sua mente
Como é bom viver da sua própria arte, do seu artesanato.
Não tem como não ser grato





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