Uma bela colina, uma grande família de coelhos, uma coelhinha bem desastrada e um jogo chamado O Bem que Você Faz. Por que todos nós temos qualidades e somos todos capazes! Boa leitura.


O Bem que a Gente Faz

No alto de uma colina morava uma grande família de coelhos. Nessa colina havia uma nascente que formava um pequeno riacho e também uma grande horta colorida, que ficava branca de gotinhas de orvalho pela manhã. Todos os dias, a família se reunia para o café da manhã. Todos chegavam no horário, exceto Fani, que sempre se atrasava.

LEIA TUDO »



No alto de um abacateiro muito grande, nasceu uma corujinha. Essa coruja cresceu e envelheceu no mesmo abacateiro. Seu ninho era muito aconchegante e decorado de suas artes, pinturas, costuras e muita poesia.

A coruja era uma artista e também tinha outras habilidades, ela cantarolava muito bem e sua comida era muito boa. Com um único fruto do abacateiro, a coruja velhinha preparava vários pratos, vários sabores.

Além de artista, a coruja era muito criativa. De tudo ela sabia um pouco, e o que não sabia, aprendia. Mas havia uma coisa que a coruja nunca fez: voar. Ela não voava, de jeito nenhum, nem sequer bater as asas. Nem a maior tempestade que quase fez o abacateiro voar  fez a coruja mudar de ideia. Ela tinha muito, mas muito medo de voar.

LEIA TUDO »


Uma grande família de formigas vivia entre as raízes de uma grande árvore no meio da floresta. Unidas e organizadas, elas trabalhavam dia e noite seguindo sua rotina diária. Um fato curioso é que, no meio dessa grande família, havia uma formiguinha diferente de todas as outras. Não fisicamente, pois suas anteninhas, perninhas e corpinho eram iguais à de todas de sua família. A diferença estava na forma como ela enxergava o mundo a sua volta.

LEIA TUDO »




Saí de uma nascente no alto de uma montanha, como córrego fui descendo.

Logo virei riacho e quando percebi já era ribeirão, também me tornei lago depois lagoa.
E na correnteza de rio me desaguei mar na praia.
Evaporei, voei e cheguei ao céu, depois fui gota e desci chuva.
Já fui tão dura quanto pedra 
E deixei de ser incolor quando branquinha eu nevei.
Me transformo em tantas formas, eu sou liquida, sou sólida, gasosa.
De uma gota na nascente ao oceano.
Nasci de dentro da terra e sou filha dela.
Ela me deu a vida e eu dou vida a ela!

LEIA TUDO »



Os suricatos são animais muito interessantes. Têm uma pele escura para se aquecer, cauda bem comprida e preta na pontinha, seu rosto é pequeno e pontiagudo e suas orelhas são pequenas e possuem uma mancha preta ao redor dos olhos. Mas o que realmente torna esse pequeno animal especial é algo que aconteceu em uma savana bem longe da cidade grande. Lá moravam vários tipos de animais diferentes, inclusive um pequeno suricato. Todos os dias, minutos antes do sol nascer, o suricato saia de sua toca, percorria a mesma trilha marcada por suas pegadas, subia na pedra mais alta e lá ficava em silêncio até o sol nascer.
Esse era o ritual do pequeno suricato, nada o fazia sair de sua rotina. E os outros animais, ainda sonolentos, o viam bem cedinho correndo por sua trilha. Não entendiam o motivo, mas já estavam acostumados.

LEIA TUDO »



 
            Em uma colorida e cheirosa horta vivia uma caracol meiga e determinada. Era sonhadora, um de seus maiores sonhos era o de ser corredora, correr para conhecer o mundo além de sua horta. Não que ela não gostasse de viver entre as alfaces e as cenouras, pelo contrário, a caracol era muito feliz e grata por morar em um lugar tão gostoso e com tantos alimentos saborosos, era realmente tudo que um caracol precisava.
           
Como todo caracol, ela era lenta em relação aos outros animais, porém sua imaginação era fértil e ágil como um foguete. Suas imaginações de como seria o mundo além do cercado lhe deixava cada vez mais motivada a querer ver tudo isso de perto. Como seria viver em outros lugares e poder conhecer outros animais, outros alimentos, outro tipo de terra? Tudo isso era no mínimo muito interessante e animava a vida da vagarosa caracol.
            

LEIA TUDO »