Em cima do galho mais alto de um enorme abacateiro, morava uma lagartinha pequenininha, mas que tinha fome de um leão, lá em cima os brotos das folhas eram mais verdinhos, todo dia tinha uma folha novinha e fresquinha, era mesmo uma delícia.

E todo dia a lagartinha passava o seu dia mastigando sem parar, os insetos que passavam pelos galhos de lá mal podiam acreditar, viam o quanto a pequena lagarta comia e sempre diziam:

- Esta Lagarta não tem fundo, come tanto, quanta gula parece até que é o fim do mundo!

A lagarta coitadinha, nem ela entendia o porquê tanto comia, parecia que não tinha folha capaz de satisfazê-la, por mais que ela comia, nada a enchia, parecia que sempre estava vazia.

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O Leão sem Juba


O filhote leãozinho era muito querido, vivia rodeado de muitos amigos. Eram bichos de todas as espécies. Ajudava e protegia todos que estavam em perigo. Aprendeu cedo o que é certo e justo, não havia em toda a savana quem não o conhecia e não gostasse de tê-lo como amigo.

Esperava ansioso que sua juba crescesse e ficasse enorme. Imaginava-se como seu pai e avô, que tinham as maiores jubas de toda região. Mas o tempo foi passando, o leãozinho foi crescendo e nada de juba aparecer. Via seus amiguinhos pomposos com suas jubinhas, e nele nem um fiozinho. Tentou de tudo, de babosa a água de coco, mas não tinha jeito, sua juba não nascia e ele se sentia cada dia mais triste.

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Henrique voltou da escola aquela manhã com os olhos brilhando e um grande sorriso no rosto. Um sentimento que só os colecionadores entendem: em suas mãos estava a tão esperada nova edição da revista de miniaturas de super-heróis colecionáveis. Eles eram simples, mas para Henrique era um item de valor inestimável, mais que isso: era o último super-herói da sua coleção. Tagarela que era a cada passo par que dava era uma pergunta, a cada passo ímpar uma exclamação:

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Em um escaldante deserto africano, onde a lua esquenta a noite como o sol esquenta o dia, moravam bichos de todos os tipos. Todos eram amigos, mas dois em especial: um passarinho amarelinho muito sabido e um elefante muito divertido, amigo leal. O passarinho era super tagarela, vivia piando suas histórias de viajante aventureiro. Certo dia encontrou um amigo, um grande amigo - grande mesmo - e bem pesado, o elefante. Só havia um probleminha, o pobre elefante vivia gripado, sempre resfriado, uma virose que nunca sarava. 

Já viu um elefante gripado? Já imaginou o que aquela tromba gigante é capaz de fazer quando espirra? Pois é!

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Em um solo seco e arenoso, surgiu um buraquinho. Neste solo raramente chovia e nada nascia, saiu do buraquinho uma minhoca fraquinha que mal conseguia rastejar.

Naquele solo não havia vegetação, e para viver quase não tinha condição. Com muito esforço, a minhoca percorria persistente atrás de um novo chão.

O lugar mais seguro para uma minhoca é em baixo da terra, do lado de fora existem perigos de montão. Mas isso não desmotivava a pequena minhoca que parecia frágil, mais tinha muita determinação em procurar um novo chão. 

Do solo seco de onde a minhoca saiu, todos os vizinhos repetiam sempre a mesma coisa:

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Todo dia de noitinha, a gente podia ouvir de longe os cantos dos grilos. E tinha tudo para ser um lindo coral harmonioso, isso se Guido não fizesse parte do coral. Guido era um grilo que parecia ter nascido sem um pingo de dom para o canto: era muito desafinado. Além de nunca saber a letra e nem acertar a melodia, a única coisa que se ouvia dele era um grito comprido e agudo, em total desarmonia.

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Quantos bichinhos nós vemos nas ruas sozinhos, sem lar, sem alimento, sem alguém para amar. Todos esses bichinhos já tiveram um lar e por algum motivo foram abandonados e isso é triste. Os animais têm sentimentos e necessidades, assim como nós. Por isso, independente de qualquer coisa, nunca devemos deixa-los, nunca devemos abandona-los. Eles nunca deixarão de nos amar.


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